Mantido preso: prefeito de Uiraúna fará exame psiquiátrico com possibilidade de tratamento

13 fev 2020

Ao ler está matéria abaixo, uma pergunta não quer calar, vez por outra os políticos e muitos famosas, que comentem delitos no Brasil, quando a coisa ficar complicada para eles, você já prestou atenção, os advogados apelam de todas as formas para tirar seu clientes da cadeia, Não quero aqui prejulgar o estado de saúde do Dr. Bosco.

Nada contra, mais é muita coincidência sempre que a coisa se complica os advogados arrumam um jeitinho e apelam para tentar soltar seus clientes, repito, quem vai da o diagnóstico claro é o médico. Mais que muitos já se utilizam desta pratica para sair da cadeia já.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a prisão do prefeito da cidade de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes, preso em dezembro do ano passado na Operação Pés de Barro. Relator da matéria o ministro Celso de Mello está de licença médica até 19 de março devido a uma cirurgia feita em janeiro.


A defesa do gestor entrou com pedido de reversão da prisão para recolhimento domiciliar em virtude do quadro depressivo que apresenta o político.
Em sua decisão, Gilmar Mendes determinou a realização de exame psiquiátrico, a ser efetuado por médico especializado, de modo a apurar os problemas de saúde alegados e a possibilidade de tratamento no presídio.
“Indefiro, com base no art. 312 do CPP, o pedido de revogação das prisões preventivas. b) determino a realização de exame psiquiátrico, a ser efetuado por médico especializado, de modo a apurar os problemas de saúde alegados e a possibilidade de tratamento no presídio. Intimem-se. Cumpra-se”, diz um trecho do despacho assinado pelo ministro que o Portal MaisPB teve acesso.


As investigações da Operação ‘Pés de Barro’ pela Polícia Federal desvendou o desvio de mais de um milhão de reais em propina na execução de obras no Sertão do Estado. Equipes da Polícia Federal flagraram João Bosco Nonato Fernandes transportando R$ 25 mil na cueca.
Além do prefeito, o deputado federal Wilson Santiago (PTB) também é alvo das investigações e chegou a ser afastado do mandato pelo ministro Celso de Mello, decisão que acabou derrubada pela Câmara dos Deputados na semana passada.
MaisPB